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«« voltar Indústria de transporte || Publicado em: quinta-feira, 22 de julho de 2021
Estudantes ajudam Kenworth a otimizar o peso dos caminhões

A indústria de transporte tem metas ambiciosas para os próximos anos de redução das emissões de poluentes e do consumo de combustível. Além de evoluções nas tecnologias e nos motores, um dos pontos cruciais é a redução de peso dos veículos, que impacta diretamente nos dois fatores citados acima.

Para resolver o problema, e também atender empresas que já precisam de caminhões mais leves para o transporte em alguns segmentos sensíveis ao peso, a Kenworth buscou ajuda de estudantes, da Universidade de Seattle.

"Frequentemente, temos clientes que têm preferências diferenciadas nas especificações de caminhões. Eles podem rodar em uma área montanhosa, então eles irão precisar de um motor maior e uma transmissão diferente – talvez até uma cabine diferente. Então, outro cliente pode operar o meio-oeste – onde eles não precisam de tanta potência e exigem especificações diferentes. Sabemos a principal diferença de peso entre os componentes principais, mas quando especificados, eles têm um impacto em cascata em todos os subcomponentes. É aí que começa o desafio de calcular o peso”, disse Reid Nabarrete, engenheiro-chefe da Kenworth.

Para saber os efeitos de uma cabine maior ou menor em um caminhão, a engenharia da Kenworth levava horas em cálculos praticamente manuais, analisando o peso de cada componente do caminhão.

Alunos de doutorado em ciência da computação da Universidade de Seattle desenvolveram um sistema de inteligência artificial, que consegue calcular o peso de um caminhão com uma faixa de erro de apenas 1%.

Quatro alunos (Arjun Ramesh, Kai Hirose, Gavin Limchayseng e Nayif Alhomoud” e o Professor Richard LeBlanc da universidade, conseguiram avançar no sistema de otimização de peso, algo que a Kenworth já trabalhava há alguns anos.

Além de cálculos automáticos programados, a inteligência artificial vai aprendendo e se aperfeiçoando com o tempo.

"Quando auditamos seus testes, descobrimos que eles estavam dentro de 1%, melhor que nossos cálculos manuais. E esses eram cálculos muito consistentes. Portanto, um cliente com um caminhão 'padrão’ pesando 7.300 kg, por exemplo, poderia nos dar uma lista de alterações de especificações e os alunos poderiam chegar a reduzir muito desse peso, com precisão. E eles poderiam fazer isso em minutos, não em horas”, disse Nabarrete.

A partir de agora, os alunos irão trabalhar com a Kenworth para avançar ainda mais no sistema, implementando definitivamente o uso da ferramenta na linha de montagem da empresa.

Fonte: Frota & Cia
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