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« voltar Vendas || Publicado em: quarta-feira, 6 de novembro de 2019
Pesquisa revela: regiões sul e sudeste lideram as vendas de cotas de consórcio de caminhões com mais de 67%
A presença de empresas de transportes é de 53%, enquanto a de autônomos fica em 47%

Recente levantamento feito pela assessoria econômica da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios mostrou que a maior procura por cotas de consórcios de caminhões está concentrada na região Sudeste, com 44,24%, e na Sul, com 23,40%. As demais regiões apresentaram o seguinte comportamento: Centro-Oeste, com 14,47%, Nordeste, com 10,98%, e Norte, com 6,91%.

Ao acompanhar a gradual recuperação setorial, apontada pelo aumento de mais de 40% das vendas de caminhões neste ano, segundo a Fenabrave, os consórcios de veículos pesados anotaram crescimento de 37,59% de alta no acumulado de vendas de novas cotas alcançando 59,30 mil, de janeiro a agosto, contra 43,10 mil contabilizadas no mesmo período do ano passado.

Segundo Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC, "os números refletem a potencialidade do segmento transportador baseado nas duas regiões, sinalizando que parcela significativa das atividades do transporte rodoviário de carga parte dessas localidades para os outros rincões do país, de acordo com as sazonalidades dos mercados, bastante comuns, como por exemplo, no agronegócio”.

Nas contemplações, momento em que os consorciados utilizam seus créditos para aquisição dos veículos, 33% optaram pela aquisição de caminhões novos, 23% por seminovos, e 44% negociaram outros modelos.

As características do Sistema de Consórcios como custo adequado, prazos longos, utilização de até 10% do crédito para despesas com documentação, tributos e seguro, parcelas mensais ajustadas aos orçamentos e poder de compra, têm sido algumas das razões da participação de 53% de pessoas jurídicas e de 47% de autônomos, cuja opção pela modalidade está principalmente no planejamento para troca e renovação de veículos ou ampliação de frotas.

Com 209,64 mil consorciados ativos, com maioria em caminhões e menor presença em semirreboques, 63,5% dos 330,15 mil participantes dos grupos em andamento de veículos pesados, a taxa média mensal de administração praticada foi de 0,134% para um prazo médio de 101 meses de duração. Os valores dos créditos contratados variaram de R$ 36 mil até 675 mil, com tíquete médio de R$ 148,91 mil, assinalado em agosto último.

Paralelamente, os consórcios de implementos rodoviários, inseridos no setor de veículos pesados, indicaram maior demanda para bitrens, graneleiros, basculantes, carga seca, baús, tanques, frigoríficos, entre outros.

Fonte: Portal Terra
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