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« voltar Custo Brasil || Publicado em: quinta-feira, 24 de maio de 2018
Instabilidade que preocupa

O transporte rodoviário movimenta toda a economia nacional transportando 60% de toda a carga que transita no país, o que corresponde, segundo dados de 2017 do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a 3,93% do PIB – Produto Interno Bruto do Brasil. Para se ter uma ideia dessa dimensão a PAS - Pesquisa Anual de Serviços de 2015 realizada também pelo IBGE registrou que o setor é responsável por mais de 806 mil empregos diretos e 400 mil indiretos.

O volume de carga transportada chega a 30 milhões de toneladas por mês e é através do setor que os hospitais, escolas, supermercados e restaurantes são abastecidos todos os dias com insumos essenciais para as suas atividades e para atender a população.

Diante desse cenário o combustível se destaca já que ele é fundamental para o setor e os aumentos quase que diários desse insumo influenciaram diretamente nas operações do TRC, o que culminou, nesta semana, na manifestação dos motoristas autônomos.

"O SETCESP espera que o governo federal tome medidas urgentes no sentido de rever essa política de preços da Petrobras que está inviabilizando as atividades operacionais das empresas e ocasionando custos imensuráveis para toda a sociedade já que o combustível tem peso significativo no custo das transportadoras, correspondendo de 30% a 50% do faturamento conforme o tipo de operação", alerta o presidente do SETCESP Tayguara Helou.

Tayguara também alerta que com apenas três dias de paralisação a sociedade já está começando a enfrentar diversos problemas relacionados ao abastecimento do país e que a situação pode se agravar ainda mais nos próximos dias. "É importante informar a todos sobre essa realidade nacional, a importância do setor e como a nossa atividade é essencial para a sociedade", afirma.

Vale destacar, ainda, o vídeo produzido pela FETCESP – Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo, com o apoio do SETCESP, que ilustra o caos que poderia se estabelecer se todos os caminhões realmente parassem totalmente suas operações de coleta e entrega de mercadorias durante cinco dias seguidos.

Assista aqui o vídeo na íntegra.

Fonte: SETCESP
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